PADRÃO DE POTABILIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO SERÁ REVISTO

 

 

O INBRAVISA - Înstituto Brasilero de Auditoria em vigilancia sanitária informa que as normas que regulamentam a potabilidade do consumo de água pelos brasileiros vai começar a ser revista. O Ministério da Saúde criou grupo de trabalho para iniciar a revisão, e os assuntos mais importantes da pauta de discussões foram debatidos no painel Portaria 518/MS - Padrão de Potabilidade no 25º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, coordenado pela engenheira Ellen Martha Pritsch, da ABES.

O Ministério da Saúde criou um grupo de trabalho especial para revisar todas as normas nacionais que tratam da qualidade da água para consumo humano. Esse grupo fará, num prazo de um ano e meio, a reavaliação geral das condições que devem ser atendidas quanto à qualidade da nossa água potável, ou seja, da água consumida pelos brasileiros, e também permitirá introduzir e adequar as normas em vigor ao novo arcabouço jurídico e, principalmente, às novas tecnologias existentes no país.

A primeira reunião do grupo de trabalho foi realizada no mês de julho deste ano, em Brasília, e foram apresentados os participantes das diversas instituições que se farão representar no GT e a metodologia de trabalho que será utilizada. As discussões da pauta não foram iniciadas nessa primeira reunião uma vez que alguns trabalhos previamente contratados pela ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ainda não estão concluídos. Esses trabalhos fornecerão os subsídios necessários para as discussões futuras e para as oficinas que serão realizadas este ano e no próximo.

O GT é novíssimo, foi criado pela Portaria 1.288, de 17/06/2009, e vai revisar a Portaria 518/GM, de 25/03/2004, que "Aprova a norma de qualidade da água para consumo humano", em vigor no país. Este GT, de caráter consultivo, é composto por representantes das diversas instituições que compõem os segmentos envolvidos direta ou indiretamente com a qualidade da água para consumo humano. Terá 20 membros, sendo que o representante do CONAMA - Conselho Nacional de Meio Ambiente - é a engenheira Ellen Martha Pritsch, tesoureira geral adjunta da ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental.

Entre as atribuições, estão a sistematização do conhecimento técnico-científico com as críticas à Portaria 518 identificando pontos que merecem revisão, um estudo base contratato à Universidade Federal de viçosa para análise do conteúdo da Portaria, o levantamento de temas como indicadores bacteriológicos da qualidade da água, parâmetros de controle de desinfecção como indicadores da qualidade da água e substâncias químicas que entram no tratamento da água.

Sempre que necessário, serão convidados especialistas e representantes de órgãos ou entidades públicas e privadas para apoiar os trabalhos do grupo, que deverá apresentar seus resultados no final de 2010. Como produto final, deverá ser elaborado um documento com toda a sistematização do trabalho.

O diretor do INBRAVISA, Rui Dammenhain, especialista em vigilância sanitária, ressala a importância desta revisão. Ele foi um dos responsáveis pela identificação da contaminação da a´gua utilizada pela população vizinha a base da empresa Shell na Rua Auriverde, Vila Carioca - São Paulo em 2002 quando ocupava a direção da vigilância sanitária para a Capital do Estado de São Paulo.
 



Escrito por Gerência de Comunicação às 23h03
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   COMERCIO DE MEDICAMENTOS ROUBADOS EXIGE MAIOR CONTROLE EM SERVIÇOS DE SAÚDE


O INBRAVISA - Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária informa, conforme divulgado por vários meios de imprensa, que a Polícia Civil de São Paulo, apreendeu em um renomado hospital-dia, na região central de São Paulo, dez caixas de um remédio contra o câncer que haviam sido roubadas de uma farmácia pública da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

De acordo com o delegado responsável pelo caso , a polícia abriu um inquérito para investigar se o hospital dia sabia ou não que os remédios tinham origem criminosa.

O hospital afirma que comprou os medicamentos de maneira legal de uma distribuidora,cujo dono dessa foi preso pela polícia no mês passado.

Estes episódios vem se repetindo com frequencia e reforçam a necessidade de que consultórios , clinica e hospitais adotem métodos de qualificação de fornecedores e produtos. Além do problema de medicamentos e produtos roubados, a falta de métodos de qualificação pode levar o estabelecimentos a adquirir produtos sem o devido registro junto a ANVISA.

"Estamos programando para breve um treinamento sobre este tema da qualificação de fornecedores e produtos para serviços de saúde" , informa Rui Dammenhain , diretor presidente do INBRAVISA.

Interessados em participar deste evento que será na cidade de São Paulo, no mês de outubro poderão obter maiores informações diretamente com o INBRAVISA.

Maiores Informações
Gerência de Comunicações INBRAVISA
Tel(11)3672.1300
gecom@inbravisa.com.br


Escrito por Gerência de Comunicação às 21h28
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