INBRAVISA participará da Aesthetic Fair 2009



Escrito por Gerência de Comunicação às 00h21
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   INBRAVISA alerta para se redobrar a atenção contra a dengue

 

        Nesta época do ano , a primavera, os cuidados contra a dengue devem ser redobrados como forma de evitar que no verão a doença faça mais e mais vítimas.

 

        O grande problema para combater o mosquito Aedes aegypti é que sua reprodução ocorre em qualquer recipiente utilizado para armazenar água, tanto em áreas sombrias como ensolaradas. Por exemplo: caixas d'água, barris, tambores, vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, tanques, cisternas, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores e muitos outros onde a água da chuva é coletada ou armazenada. Portanto, considerando essa facilidade de disseminação, podemos imaginar o grau de dificuldade para efetivamente combater a doença - o que só é possível com a quebra da cadeia de transmissão, eliminando o mosquito dos locais onde se reproduzem. Assim, a prevenção e as medidas de combate exigem a participação e a mobilização de toda a comunidade a partir da adoção de medidas simples, visando a interrupção do ciclo de transmissão e contaminação.

 

         Pensando nisto o INBRAVISA , com bases em informes oficiais do Ministério da Saúde , aborda os cuidados que devem ser tomados com maior rigor para evitar a dengue:

 

·                   Tampar os grandes depósitos de água: A boa vedação de tampas em recipientes como caixas d'água, tanques, tinas, poços e fossas impedirão que os mosquitos depositem seus ovos. Esses locais, se não forem bem vedados, permitirão a fácil entrada e saída de mosquitos.

 

·                   Remover o lixo: O acúmulo de lixo e de detritos em volta das casas pode servir como excelente meio de coleta de água de chuva. Portanto, as pessoas devem evitar tal ocorrência e solicitar sua remoção pelo serviço de limpeza pública - ou enterrá-los no chão ou queimá-los, onde isto for permitido.

 

·                   Fazer controle químico: Existem larvicidas seguros e fáceis de usar, que podem ser colocados nos recipientes de água para matar as larvas em desenvolvimento - este método para controle doméstico da dengue em cidades grandes tem sido usado com sucesso por várias secretarias municipais de saúde e é realizado pelos agentes de controle da dengue.

 

·                   Limpar os recipientes de água: Não basta apenas trocar a água do vaso de planta ou usar um produto para esterilizar a água, como a água sanitária. É preciso lavar as laterais e as bordas do recipiente com bucha, pois nesses locais os ovos eclodem e se transformam em larvas.

CONTRA PICADAS
Se as pessoas não são picadas, não se tornam mais um foco indireto da doença. Veja algumas dicas para evitar picada de mosquito

Espirais ou vaporizadores elétricos:
Devem ser colocados ao amanhecer e/ou no final da tarde, antes do pôr-do-sol, horários em que os mosquitos da dengue mais picam.

Mosquiteiros: Devem ser usados principalmente nas casas com crianças, cobrindo as camas e outras áreas de repouso, tanto durante o dia quanto à noite.

Repelentes: Podem ser aplicados no corpo, mas devem ser adotadas precauções quando utilizados em crianças pequenas e idosos, em virtude da maior sensibilidade da pele.

Telas: Usadas em portas e janelas, são eficazes contra a entrada de mosquitos nas casas.



Escrito por Gerência de Comunicação às 19h13
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   INBRAVISA divulga cuidados relativos ao Dia mundial da diabetes

 



Neste último  sábado, 14 de novembro, foi comemorado o Dia Mundial da Diabetes, sendo que houve grande mobilização para o debate sobre esta doença .

 

O tema deste ano foi  “Educar para prevenir”, escolhido a partir da constatação de que muitas pessoas descobrem que estão diabéticas quando já estão com uma série de complicações decorrentes da doença.

Diante da importancia do tema o INBRAVISA – Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária  , contribui para divulgar a população os cudiados para prevenção desta doença.

Dados estatísticos da Federação Internacional da Diabetes (International Diabetes Federation – IDF) assustam. A cada ano 7 milhões de pessoas desenvolvem diabetes. A cada 10 segundos, uma pessoa morre de causas relacionadas ao diabetes e duas desenvolvem a doença. O pior é que muitas pessoas sequer sabem que são diabéticas e não procuram atendimento médico adequado.

Como sempre a prevenção é o melhor remédio , explica Rui Dammenhain, especialista em saude publica e em vigilancia sanitária, e por isto as pessoas devem estar atentas aos principais sintomas da doença que são :

·        urinar com freqüência,

·        sede excessiva,

·        fome aumentada,

·        perda de peso,

·        cansaço

·        falta de concentração e de interesse em atividades rotineiras

·        vômitos e dores de estômago

·        sensação de formigamento ou torpor nas mãos e pés,

·        visão embaçada,

·        infecções freqüentes e feridas de difícil cicatrização.

Como fatores adicionais de risco para o desenvolvimento do diabete estão obesidade e sobrepeso, falta de atividade física, intolerância à glicose, hábitos alimentares não saudáveis, idade avançada, pressão e colesterol altos, histórico familiar e histórico de diabetes gestacional.

Nestes casos a pessoa deve procurar assistência médica e fazer o teste de glicemia para iniciar o tratamento correto, explica Dammenhain.

Gerencia de Comunicações - INBRAVISA

 



Escrito por Gerência de Comunicação às 23h40
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   Como saber se o produto está ou não registrado na ANVISA

 

Como saber se um produto está ou não registrado na ANVISA? Como saber se o fornecedor está legalizado? Como saber se o produto é falsificado ou roubado?

Estas e outras perguntas são corriqueiras no dia à dia de profissionais que tem a obrigação de comprar insumos, produtos e equipamentos para hospitais, laboratórios, clinicas médicas e odontológicas.

A legislação brasileira é bastante rígida em relação a necessidade de registro de produtos e equipamentos e o fato de possuir algum produto irregular pode ser considerado crime hediondo.

Recentemente medicamentos de oncologia, roubados de unidades públicas foram encontrados em clinicas particulares

As respostas a estas e outras perguntas serão abordadas no curso de qualificação de fornecedores e produtos que a equipe do INBRAVISA - Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária promove no próximo dia 17/11/2009 - 3a. feira - na cidade de São Paulo, sob comando de seu diretor presidente Rui Dammenhain.

Dividido em duas turmas, uma no período da manhã e outra no período da tarde este curso será de grande valia aos profissionais que atuam na área. Será emitido certificado de participação

Informações e inscrições ainda podem ser feitas, e maiores informações podem ser obtidas pelo Tel (11)3672.1300 ou email inbravisa@inbravisa.com.br

Gerencia de Comunicações INBRAVISA

 



Escrito por Gerência de Comunicação às 11h06
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   Dicas para comprar alimento com segurança



Escrito por Gerência de Comunicação às 14h41
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   Conserva caseira causa a morte de 2 pessoas no interior de SP

 

O INBRAVISA – Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária informa que duas pessoas da mesma família – pai e filho -  morreram em consequencia de botulismo depois de comer jiló em conserva em São José do  Rio Preto, interior de São Paulo.

O resultado foi divulgado  pelo Instituto Adolfo Lutz, laboratório oficla do estado de São Paulo . Além das duas mortes, outras duas pessoas tiveram a doença. 

Segundo informações da vigilância epidemiológica da cidade , todos consumiram jiló em conserva artesanal durante uma reunião em família. A mãe do rapaz morto, está internada na UTI  de um hospital local e a  outra paciente, uma amiga da família , já teve alta médica.

“O botulismo é uma forma de intoxicação alimentar  causada por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum, presente em alimentos contaminados e mal conservados,  que  causa severos transtornos neurológicos , e pode ser fatal se não for tratada rapidamente , explica Rui Dammenhain, especialista em saude publica e consultor em vigilancia sanitária.

De acordo com o especialista  alimentos preparados e conservados inadequadamente podem desencadear o desenvolvimento da toxina, e portanto a  recomendação é ter muito cuidado ao preparar estas conservas caseiras, como ferver potes e tampas por no minimo  30 minutos,  além de utilizar vinagre, sal  e ácido citrico . O acido citrico pode ser encontrado em farmacias de manipulação e ate mesmo em supermercados.

“No entanto como medida complementar de segurança alimentar, escalde as conservas em água fervente por cerca de 15 minutos antes de consumir o alimento pois o calor elimina a bacteria, adverte Dammenhain

Gerencia de Comunicações – INBRAVISA

gecom@inbravisa.com.br

 



Escrito por Gerência de Comunicação às 23h27
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   Proibida importação de alimento da marca Neocate



Escrito por Gerência de Comunicação às 00h11
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   PROJETO DE BARES E RESTAURANTES EXIGE CUIDADOS SANITÁRIOS



Escrito por Gerência de Comunicação às 14h59
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   INBRAVISA ALERTA sobre cuidados na compra de brinquedos

 

O INBRAVISA – Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária alerta sobre os cuidados na compra de brinquedos tendo em vista a proximidade do dia das crianças.

Antes de tudo é importante salientar que o consumidor deve se preocupar principalmente com o que esse brinquedo pode proporcionar à criança, como estímulo ao desenvolvimento psicomotor, inteligência, criatividade, capacidade de percepção, afetividade e sociabilidade.

Em relação a segurança , o Código de Proteção e Defesa do Consumidor, em seu art. 8º, estabelece que qualquer produto colocado no mercado de consumo não pode acarretar riscos à saúde ou à segurança dos consumidores, constituindo tal proteção um direito básico consagrado no art. 4º da mesma lei.

Um item importante a ser observado diz respeito à rotulagem do brinquedo. O fabricante e, quando for o caso, o importador ou distribuidor (nome, CNPJ, endereço, telefone etc.) devem estar identificados na embalagem, pois isto permite saber contra quem reclamar na hipótese de surgirem problemas, esclarece Rui Dammenhain, especialista em vigilancia sanitária .

O selo do INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia - é outro item essencial a ser verificado, pois desde 1992, os brinquedos são mercadorias de certificação compulsória, não podendo ser vendidos sem esse selo. Isto vale tanto para brinquedos nacionais quanto para importados.

A embalagem também deve conter instruções de manuseio, dade adequada para uso,   informações claras e precisas acerca do brinquedo e as advertências quanto a eventuais riscos. Em caso de importados, tais informações deverão vir convertidas para o Português.

As crianças muitas vezes são vítimas de acidentes de consumo (sofrendo ferimentos, alergias, asfixia por inalação ou ingestão provocada por brinquedos inseguros ou inadequados), é importante advertir que todos aqueles que participam da cadeia produtiva do brinquedo, bem como de sua comercialização, respondem solidariamente pelos eventuais problemas ou por defeitos de concepção, produção, de informação ou de comercialização, finaliza Dammenhain.

Finalmente ao efetuar a compra, é imprescindível que se exija a nota fiscal, acompanhada do termo de garantia e da relação da rede autorizada de assistência técnica.

 



Escrito por Gerência de Comunicação às 18h18
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   Assembleia de São Paulo aprova projeto que reduz imposto para protetor solar

 

O INBRAVISA – Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária , informa que a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto de lei (PL) que deve reduzir em cerca de 50% o preço dos protetores solares.

 

O PL 523, de 2007, de autoria do deputado Luciano Batista (PSB),  muda a condição de protetores e bloqueadores solares de itens cosméticos para itens de saúde. A ideia foi aprovada por unanimidade pelos deputados e agora aguarda a sanção ou o veto do governador, que deve acontecer no mês de outubro

O uso de protetor solar certamente é uma questão de saúde pública, pois é um meio eficaz para evitar casos de  câncer de pele, e todos os gastos que o poder público tem que gastar para cuidar destes pacientes, muito maior que esta redução de imposto proposta no projeto de lei , comenta Rui Dammenhain, especialista em vigilância sanitária e diretor do INBRAVISA. “Certamente outros estados brasileiros irão adotar medidas semelhantes e quem ganha com isto é a saúde das pessoas”, conclui o especialista



Escrito por Gerência de Comunicação às 09h06
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   Equipe do INBRAVISA participa do Congresso das Industria 2009 promovido pela FIESP

 

Uma equipe do INBRAVISA – Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária, empresa parceira do CIESP, participou do Congreso das Industrias 2009 promovido pela FIESP na sede do Word Trade Center no ultimo dia 28/9/2009 em São Paulo.

 

O evento que teve como tema principal  "O Brasil Após a Crise", teve a participação de importantes autoridades entre as quais destacamos Paulo Skaf, (Presidente da FIESP e do CIESP) , Murilo Portugal ( Diretor Adjunto do FMI ), Roberto Lavagna ( Ex Ministro da Economia da Argentina) e  Zhang Ping (Vice Presidente do Instituto de Economia da China).

 

A equipe participante do INBRAVISA  contou com os estagiários  Lucas Costa Lippelt, Luiz Gustavo de Azevedo Soares Costa, Natalia Centenaro Ramos, Pedro Paulo de Oliveira Zanella Coppi e Vitor Camargo Dammenhain, todos da área de administração e comercio eletronico do INBRAVISA.

 

“Acreditamos que os jovens devem estar bem atualizados nos rumos das tendencias da  economia , explica Rui Dammenhain, diretor do INBRAVISA, que também participou do evento.

 

Gerencia de Comunicações – INBRAVISA

gecom@inbravisa.com.br

Tel(11) 3672.1300

 



Escrito por Gerência de Comunicação às 06h17
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   PADRÃO DE POTABILIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO SERÁ REVISTO

 

 

O INBRAVISA - Înstituto Brasilero de Auditoria em vigilancia sanitária informa que as normas que regulamentam a potabilidade do consumo de água pelos brasileiros vai começar a ser revista. O Ministério da Saúde criou grupo de trabalho para iniciar a revisão, e os assuntos mais importantes da pauta de discussões foram debatidos no painel Portaria 518/MS - Padrão de Potabilidade no 25º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, coordenado pela engenheira Ellen Martha Pritsch, da ABES.

O Ministério da Saúde criou um grupo de trabalho especial para revisar todas as normas nacionais que tratam da qualidade da água para consumo humano. Esse grupo fará, num prazo de um ano e meio, a reavaliação geral das condições que devem ser atendidas quanto à qualidade da nossa água potável, ou seja, da água consumida pelos brasileiros, e também permitirá introduzir e adequar as normas em vigor ao novo arcabouço jurídico e, principalmente, às novas tecnologias existentes no país.

A primeira reunião do grupo de trabalho foi realizada no mês de julho deste ano, em Brasília, e foram apresentados os participantes das diversas instituições que se farão representar no GT e a metodologia de trabalho que será utilizada. As discussões da pauta não foram iniciadas nessa primeira reunião uma vez que alguns trabalhos previamente contratados pela ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ainda não estão concluídos. Esses trabalhos fornecerão os subsídios necessários para as discussões futuras e para as oficinas que serão realizadas este ano e no próximo.

O GT é novíssimo, foi criado pela Portaria 1.288, de 17/06/2009, e vai revisar a Portaria 518/GM, de 25/03/2004, que "Aprova a norma de qualidade da água para consumo humano", em vigor no país. Este GT, de caráter consultivo, é composto por representantes das diversas instituições que compõem os segmentos envolvidos direta ou indiretamente com a qualidade da água para consumo humano. Terá 20 membros, sendo que o representante do CONAMA - Conselho Nacional de Meio Ambiente - é a engenheira Ellen Martha Pritsch, tesoureira geral adjunta da ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental.

Entre as atribuições, estão a sistematização do conhecimento técnico-científico com as críticas à Portaria 518 identificando pontos que merecem revisão, um estudo base contratato à Universidade Federal de viçosa para análise do conteúdo da Portaria, o levantamento de temas como indicadores bacteriológicos da qualidade da água, parâmetros de controle de desinfecção como indicadores da qualidade da água e substâncias químicas que entram no tratamento da água.

Sempre que necessário, serão convidados especialistas e representantes de órgãos ou entidades públicas e privadas para apoiar os trabalhos do grupo, que deverá apresentar seus resultados no final de 2010. Como produto final, deverá ser elaborado um documento com toda a sistematização do trabalho.

O diretor do INBRAVISA, Rui Dammenhain, especialista em vigilância sanitária, ressala a importância desta revisão. Ele foi um dos responsáveis pela identificação da contaminação da a´gua utilizada pela população vizinha a base da empresa Shell na Rua Auriverde, Vila Carioca - São Paulo em 2002 quando ocupava a direção da vigilância sanitária para a Capital do Estado de São Paulo.
 



Escrito por Gerência de Comunicação às 23h03
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   COMERCIO DE MEDICAMENTOS ROUBADOS EXIGE MAIOR CONTROLE EM SERVIÇOS DE SAÚDE


O INBRAVISA - Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária informa, conforme divulgado por vários meios de imprensa, que a Polícia Civil de São Paulo, apreendeu em um renomado hospital-dia, na região central de São Paulo, dez caixas de um remédio contra o câncer que haviam sido roubadas de uma farmácia pública da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

De acordo com o delegado responsável pelo caso , a polícia abriu um inquérito para investigar se o hospital dia sabia ou não que os remédios tinham origem criminosa.

O hospital afirma que comprou os medicamentos de maneira legal de uma distribuidora,cujo dono dessa foi preso pela polícia no mês passado.

Estes episódios vem se repetindo com frequencia e reforçam a necessidade de que consultórios , clinica e hospitais adotem métodos de qualificação de fornecedores e produtos. Além do problema de medicamentos e produtos roubados, a falta de métodos de qualificação pode levar o estabelecimentos a adquirir produtos sem o devido registro junto a ANVISA.

"Estamos programando para breve um treinamento sobre este tema da qualificação de fornecedores e produtos para serviços de saúde" , informa Rui Dammenhain , diretor presidente do INBRAVISA.

Interessados em participar deste evento que será na cidade de São Paulo, no mês de outubro poderão obter maiores informações diretamente com o INBRAVISA.

Maiores Informações
Gerência de Comunicações INBRAVISA
Tel(11)3672.1300
gecom@inbravisa.com.br


Escrito por Gerência de Comunicação às 21h28
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   Estado do Parana tem maior taxa de mortalidade pela Gripe A

 

O INBRAVISA – Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária informa que a taxa de mortalidade por gripe suína (Gripe A - H1N1)no Paraná é a maior entre os Estados brasileiros e superior a qualquer país do mundo.

 

No total, foram registrados no 209 óbitos em razão de complicações decorrentes do vírus H1N1, o que representa uma taxa de mortalidade de 1,95 pessoas para um grupo de 100 mil habitantes. O estado do Paraná tem 10.686.247 habitantes .

 

Outros estados brasileiros apresetam indice de mortalidae bem menor como o caso do estado de São Paulo( 0,65), Rio e Janeiro (0,39) , Minas Gerais (0,11). O estado do Rio Grande do Sul apresenta indice de 1,03.

 

Juntas, as regiões Sul e Sudeste concentram cerca de 95% das mortes contabilizadas

 

A taxa de mortalidade brasileira é de 0,35, e segundo informações do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais de Saúde, 709 pessoas já morreram no Brasil pela nova gripe.

 

Gerencia de Comunicações INBRAVISA

gecom@inbravisa.com.br

Tel (11)3672.1300

 



Escrito por Gerência de Comunicação às 07h21
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   Cigarro eletrônico é proibido no Brasil pela ANVISA

 

O INBRAVISA - Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária informa que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), do Ministério da Saúde, proibiu , através de resolução  publicada no Diário Oficial da União, a comercialização, importação e propaganda do chamado cigarro eletrônico, ou e-cigarrete, um dispositivo que tem formato e aparência semelhantes ao cigarro. 

Com fundamento no “princípio da precaução”, a Anvisa proibiu o cigarro eletrônico porque não existem “dados científicos que comprovem a eficiência, a eficácia e a segurança” no seu uso e manuseio. A

Os fabricantes afirmam que o invento livra o usuário de substâncias cancerígenas - como cádmio e arsênio - e o incentiva a abandonar o vício. Porém, nos EUA (Estados Unidos), onde os cigarros eletrônicos são permitidos, a agência FDA (Food and Drug Administration), reguladora da produção, comercialização e consumo de alimentos e remédios, identificou nos dispositivos eletrônicos as substâncias nitrosamina e dietilenoglicol, consideradas cancerígenas.

Os cigarros eletrônicos têm uma ponteira que contém um cartucho com refis de propilenoglicol, nicotina e aromatizantes que exalam, em vapor de água, o gosto e o cheiro dos cigarros convencionais.

Fabricados principalmente na China, eles são anunciados na Internet por preços que vão de R$ 329,00 a R$ 345,00. No Brasil, como não foram submetidos a exames pela Anvisa, são ilegais.

 

 



Escrito por Gerência de Comunicação às 08h38
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